À minha amada madrezita, Virginia

Arquivo pessoal

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Alegra-se, a primavera, com um belo céu azul, flores e canto de pássaros, a criação canta louvores ao Rei da Glória e declara Seus grandes feitos. E, hoje, ajunto-me eu, a toda ela e todos os santos em louvor ao Soberano Deus. Canta a minha poesia como os pássaros cantam ao amanhecer, alegro-me e sorrio como os raios de sol sorriem à Terra, hoje é um dia especial!

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Simples versos para a mais bela flor

Arquivo pessoal.

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I. Simples versos para a mais bela flor

 

Graças e louvores, hoje, a Deus dou,

Minha poesia, hoje, alegre canta,

Se me fosse possível música compor,

Comporia a mais bela sinfonia;

Dada minha incapacidade para tal,

Arrisco-me a fazer os mais sinceros versos.
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Ao Meu Amado Pai, Tarciso

Fonte: Arquivo pessoal.

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Luto com o branco papel para de preto tingi-lo com belas palavras, em honra ao Deus vivo por mais um ano de vida do meu amado pai, Tarciso. Quisera eu ter mil cores para tingir essas linhas, mas apenas uma me basta, e não é esta que vês tu que lês, é esta a tinta entre cada linha, a tinta-poesia, a motivação de escrever.

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Dia das Mães – À Minha Amada mãe, Virginia

Arquivo pessoal.

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Há certas ocasiões em que as palavras me fogem, e não fazem elas tal em decorrência de minha timidez, fogem elas pela singularidade dessas ocasiões, fogem elas por temer sua inutilidade. Pois que são palavras sem sua significação? Que são palavras sem poesia? Que é poesia, senão a percepção do belo? E, então, que são palavras sem a beleza de sua significação?

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Às Mulheres III

 

Se, hoje, tivesse eu mil flores, não seriam suficientes para prestar homenagens; se, hoje, usar mil palavras, não serão elas suficientes para expressar, em homenagens, o que sinto ou o que creio. Há palavras que insuficientes são, em quantidade e significação, quando, juntas, exclamadas, para dimensionar aquilo que as motiva, para dimensionar sentimentos por e qualidades daqueles a quem são expressas.

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Às Mulheres II

 

Busco palavras que tragam alguma beleza, busco na beleza das coisas palavras, busco palavras que façam jus a outras palavras, palavras que se personificam, e, uma destas: mulher. Escrevo hoje a um público bem restrito, mais restrito, quiçá, que a significação comum da palavra. Escrevo a mulheres que não têm sua beleza apenas na aparência, mas sua beleza está em serem como espelhos, está em espelharem o caráter de Cristo. Escrevo, também, às mulheres, de forma mais geral.

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À minha amada mãe, Virginia

Arquivo pessoal.

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O que as palavras podem falar? O que elas expressam? – Não são, senão, os pensamentos ou sentimentos? Palavras também intentam expressar o inexpressível, aquilo que faz o pensamento fugir, aquilo que somente os gestos tencionam descrever, aquilo que é próprio do sentir, do agir, aquilo cujo mero falar não expressa, e as palavras escritas falham em descrever.

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À minha amada irmã, Melina

Arquivo Pessoal

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Creio eu que os poetas são as pessoas que mais conversam sozinhas, monologam, e, assim, nestas solitárias conversas e na apreciação, contemplação, das coisas, de toda beleza e virtude que há; ou mesmo do que foge à beleza para a maioria, e ali encontram ela, tímida, escondida; nasce a poesia. Há também a poesia que vem do olhar, do convívio, da admiração de seres tão iguais e tão diferentes, do homem e suas singularidades. Portanto, como toda poesia nasce no monólogo, hei aqui algum, ou uns, de um poeta e sua poética.

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Sobre a Humanidade e Amigos

 

I. Solilóquio de um corrupto

 

Ora, tenho por nome corrupção, sou a essência desta humanidade, sou a sordidez de seu ser, o câncer bem quisto, a imagem em espelho quebrado da humanidade que deveria existir. Sou a zombaria a existência, a zombaria a vida; sou a dúvida ontológica no pensamento, o ego entronado, a máscara tingida de branco a esconder as falhas do barro. Sou a desvirtuação da beleza, a sensualidade descabida, a luxúria dos olhos, o pensamento nefasto; sou a “liberdade” escravizada.

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Ímpares Alegrias

Fonte: Arquivo pessoal.

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Cantem, hoje, os cantores alegres melodias, que ressoe aos ouvidos aqueles sons melodiosos e alegres, e o poeta, que ele declame com toda a sua poética. Eis, sim, um dia de festividades, eis, também, um dia em que a poética e a arte afloram. Indubitável é que, neste dia, palavras honrosas são ditas, mas que sejam elas, por longa vida, sinceras em atos, e, assim, sejam, também, palavras em honra ao Rei.

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