Conto de um Dia Chuvoso

 

“Aqueles que semeiam com lágrimas,  com cantos de alegria colherão.”

(Salmos 126:5)

 

Já é dia, e o Sol intimidou-se. O dia começou chuvoso, céu acinzentado, e um tempo frio. As ruas estão alagadas, devido às chuvas da madrugada, que perduram até agora. Vejo então um homem, um trabalhador, caminhando pelas ruas alagadas, resistindo à força das águas, fazendo seu trabalho.
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Se Há Prelúdio, Deve Haver Poslúdio

 

Há em mim profunda alegria, que motivou esta pequena série de homenagens. Estive, então, pensando em como titulei cada texto que escrevi, nestes últimos dias,  pelo aniversário de painho, e pelo dia das mães; também pensei no foco deste blog, que se chama, não por acaso, Tudo para Um; se houve, então, Prelúdio, Tema I e Tema II, deve haver um Poslúdio. E aqui está ele.
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Tema II, de Segundo Domingo de Maio: À Minha Amada Mãe

 

Amor, alegria, carinho: foram tais palavras que disse ser a única forma de descobrir seus significados as sentir, disse serem palavras ocas, se meramente descritas por outras palavras. Palavras mais, que tem sua essência no ser, dão um sentido mais nítido a estas, das quais tanto escrevo sem descrever. Eis uma delas: mãe, ou, na variante tipicamente nordestina, mainha.
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Tema I, de 12 de Maio: Ao Meu Amado Poeta

 

Há palavras que, como já disse em Prelúdio, quando usadas outras para as descreverem, não as fazem jus. Há palavras, também, que juntas, trabalhadas com uma finalidade, talvez, outra vez, não façam jus à motivação que as une com tal finalidade. Como é difícil escrever homenagens!
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Prelúdio de Segunda Sexta-feira de Maio, 11, Para os Dias Que a Seguem

 

Há muitas palavras que expressamos cujas definições, sejam em dicionários, no uso popular ou na linguagem artística, são vagas de sentido; são ocas quando expressas por outras palavras; estas palavras necessitam ser sentidas, expressas em atitudes, recebidas de alguma forma, para que possamos entendê-las. Há tantas palavras cujas definições escritas não fazem jus ao significado que possuem.
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Cachoeira

 

Eis uma cachoeira correndo águas salinizadas, é o choro da poética silenciada, travada, bloqueada, por fatos rotineiros de um mundo vil. Uma solene tristeza pela decadência de um mundo humano, agora encadeado pelo vício ao efêmero, quando fora criado para o que é eterno. Não há palavras belas para uma humanidade degenerada.
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