Sobre a Humanidade e Amigos

 

I. Solilóquio de um corrupto

 

Ora, tenho por nome corrupção, sou a essência desta humanidade, sou a sordidez de seu ser, o câncer bem quisto, a imagem em espelho quebrado da humanidade que deveria existir. Sou a zombaria a existência, a zombaria a vida; sou a dúvida ontológica no pensamento, o ego entronado, a máscara tingida de branco a esconder as falhas do barro. Sou a desvirtuação da beleza, a sensualidade descabida, a luxúria dos olhos, o pensamento nefasto; sou a “liberdade” escravizada.

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Espanta-me [Parte III]

 

Caminhamos perdidos em terras estias; caminhamos, como humanidade, para o precipício. O humano torna-se inumano, seco como o deserto, e, paradoxalmente, embebido, embebido de toda podridão; e a podridão… Vemo-la tornar-se tão natural como a lavagem e a lama são para os porcos.

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