Solilóquios de Homens Mortos

 

Estes solilóquios são, em verdade, diálogos de homens, assim como qualquer homem, afastados de Deus (mortos, egoístas, idólatras, radicalmente depravados, justificadores de si mesmo, etc.), com suas próprias consciências.

 

Solilóquio I: Sábio Tolo

 

Quem sou eu? Para que fim eu nasci? Qual meu propósito? Como surgiu este mundo, o universo?
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Caiam-se as Lágrimas: Efêmero ou Eterno?

 

De que servem as vãs paixões? De que servem as alegrias efêmeras? De que servem essas palhas que nos enchem, mas logo se tornam secas e se esfarelam? De que servem os tesouros de vaidade que logo se vão? Haverá algo tão efêmero que preencha nosso ser de incógnitas permeado?
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Flor Esmagada

 

Eis uma rosa a desabrochar, eis uma rosa em toda a sua beleza; aos olhos encanta uma bela rosa; às narinas agrada, com doce perfume. Todo aroma da rosa desabrochada é exalado, parceladamente, durante seu efêmero tempo de vigor.

Esmague a rosa, ela sofre. Todo vigor em um instante se vai, mas, como um grito de misericórdia, todo seu perfume é liqüefeito, exala seu perfume por completo, em um só instante, em desespero.
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Mais Que Meras Palavras

 

Novamente as palavras. É uma temática abrangente. Palavras são cheias de significados, uma palavra pode consolar, acalmar, irritar, desolar; palavras expressam sentimentos, embora possam eles ser de desumanidade. Palavras expressam dor, alívio, ansiedade, confiança, amor, ódio. Palavras podem expressar muito, até mesmo a morte, mas uma única Palavra trás vida, é a própria perfeição, é o parâmetro.
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Homem

 

De toda a Bíblia, um versículo, em específico, tem me chamado a atenção, já há certo tempo. De todo aquele capítulo 13, de I Coríntios, o qual, não poucos, atêm-se apenas à poética, o versículo 11, chama-me a atenção e convoca-me a exercitá-lo. Ele diz: “Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.”
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Às Mulheres

 

Tenho escrito aqui textos bastantes críticos nos últimos dias, mas hoje é dia para a poética, dado a singularidade da data, o Dia Internacional da Mulher. Neste dia, então, louvo a Deus pela vida de suas amadas filhas, a quem, ele me dá a honra de conviver.

A Bíblia fala, em Provérbios, que o temor a Deus é o princípio de toda a sabedoria. Fala, também, a mulher que teme ao Senhor, essa será louvada. Louvo, então, a Deus pelas sábias mulheres com quem convivo.
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O Alicerce, a Engrenagem, o Circo e o Precipício

(A imagem é, meramente, uma ilustração da situação descrita no texto, não há relação com título ou palavras-chaves.)

 

Onde te firmas? Essa é minha questão hoje. Onde firmas teus olhos? Onde firmas teus passos? Onde firmas tuas palavras? Onde firmas teus atos? Qual seu fundamento, seu alicerce? Qual o alicerce daquilo que fazes? E, em outra metáfora: Qual o óleo que lubrifica e permite o movimento das engrenagens de suas engrenagens?
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Velhas Verdades

Hei de fazer, hoje, uma confissão: amo velhas verdades. Por pessimista que pareça, e realmente o é, e este pessimismo é realismo, acredito, sim, que o homem é total e radicalmente depravado. Mas acredito, também, que todas as coisas no universo devem convergir para um centro: Cristo.
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Palavras Que Sorriem Lacrimejadas

 

Estas palavras, hoje, choram e se alegram. Choram e se alegram, porque a natureza manifesta a glória de Deus, manifestam que Ele é um Deus sempre presente, que não se entra, pois já se está, na presença dEle; choram por isso, pois estas palavras saem do mais íntimo do ser, choram quebradas, pois por virem, guiados pela Escritura, os atributos de Deus em sua criação, este que pensa palavras lacrimejadas vê sua finitude, vê que é miserável, vê que é pó.
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