Últimas Horas de um Ano que se Finda, Um Novo Ano que se Avizinha

 

Novamente, venho eu a esta página branca a pensar como tingi-la em preto. São as últimas horas de um bom dia, horas de mais um ano que chega ao fim; são momentos especiais que enchem o homem de esperança quanto ao ano que se avizinha, enche a mente de sonhos e reflexões. Ah, o amanhã! Quem dirá que pode ele chegar? Quem dirá que não pode ele chegar? Quem dirá o que nos aguarda neste novo ano? – Querendo ou não, cientes ou não, tal momento traz-nos a tona esta verdade: somos dependentes da graça de Deus.

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Reluz Esperança

 

“Sem nada ver, a não ser / Que os olhos reapareçam
Como a estrela perpétua / […] / Do reino em sombras da morte
A única esperança / De homens vazios.” (T. S. Eliot, Os Homens Ocos)

 

Turvou-se o lago sob um céu em densas trevas. Há estrelas a brilhar neste dia em noite? Homens miseráveis, em culpa, vitimados por vil lepra ontológica, caminham entre campos outrora verdejantes, agora acinzentados e espinhosos, por um caminho tortuoso. Ó, vagam por um caminho cujo nome é morte, sina da queda.

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Veja a Humanidade… Veja, Humanidade

 

Veja a humanidade, frenética, dança em rotina seu cosmopolitismo;

Freme-se, como galho d’árvore, a todo vento, às ciências e filosofias,

Aos modismos, aos festejos, ao efêmero cortejar dos tesouros destes dias.

Anda mascarada, como em baile de máscaras,

Surda, cega, muda, nada atentando senão a face lavada,

Da branca e polida porcelana que em falsa face lhe acompanha, …Para ler mais, clique aqui.