Simples versos para a mais bela flor

Arquivo pessoal.

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I. Simples versos para a mais bela flor

 

Graças e louvores, hoje, a Deus dou,

Minha poesia, hoje, alegre canta,

Se me fosse possível música compor,

Comporia a mais bela sinfonia;

Dada minha incapacidade para tal,

Arrisco-me a fazer os mais sinceros versos.
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Verdadeira Páscoa

 

Alvora novo dia, a esperança ressurge,

O Santo fora moído propiciando perversos homens,

Indignos de qualquer misericórdia, dignos não d’outra coisa

Senão da divina ira – o inferno.

O Deus Pai, Santíssimo, declara-nos santos, …Para ler mais, clique aqui.

Lampejos de Beleza e a Vívida e Real Beleza

 

“É sempre o mesmo refrão
O mesmo tema, é tudo o que sei
Canto a beleza do rei”
(Stênio Március, “A Beleza do Rei”)

 

A Bíblia nos diz que os céus proclamam a glória de Deus e que os atributos invisíveis de Deus são reconhecidos através da criação (Sl 19:1; Rm 1:20), então, podemos, através da criação, reconhecer que há um Deus que é santo, justo, gracioso e belo que criou todas estas coisas que admiramos, e ainda, que Ele deve ser infinitamente mais belo e precioso que estas coisas. Admirar a beleza da criação de maneira correta é, então, tal como ver lampejos da beleza de seu Autor. É isto que me fascina na natureza.

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Veja a Humanidade… Veja, Humanidade

 

Veja a humanidade, frenética, dança em rotina seu cosmopolitismo;

Freme-se, como galho d’árvore, a todo vento, às ciências e filosofias,

Aos modismos, aos festejos, ao efêmero cortejar dos tesouros destes dias.

Anda mascarada, como em baile de máscaras,

Surda, cega, muda, nada atentando senão a face lavada,

Da branca e polida porcelana que em falsa face lhe acompanha, …Para ler mais, clique aqui.

À minha amada mãe, Virginia

Arquivo pessoal.

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O que as palavras podem falar? O que elas expressam? – Não são, senão, os pensamentos ou sentimentos? Palavras também intentam expressar o inexpressível, aquilo que faz o pensamento fugir, aquilo que somente os gestos tencionam descrever, aquilo que é próprio do sentir, do agir, aquilo cujo mero falar não expressa, e as palavras escritas falham em descrever.

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Poema Pascoal

 

Eis, hoje, algo diferente: Um poema de minha autoria, que comecei a escrever ontem e concluí hoje. Um “Poema Pascoal”:

 

Meia-noite se avizinha, palavras são escritas em sangue;

À mente, tornam horrores; a noite traz trêmulas lembranças.

Lembra-te das tuas quimeras neste dia, das seis feridas no teu ser;

Caminha, hoje, até este sítio esculpido em horrores,

Estas rochas em ossos e crânio, o sepulcro de tuas trevas de dentro.

 
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