Às Mulheres III

 

Se, hoje, tivesse eu mil flores, não seriam suficientes para prestar homenagens; se, hoje, usar mil palavras, não serão elas suficientes para expressar, em homenagens, o que sinto ou o que creio. Há palavras que insuficientes são, em quantidade e significação, quando, juntas, exclamadas, para dimensionar aquilo que as motiva, para dimensionar sentimentos por e qualidades daqueles a quem são expressas.

…Para ler mais, clique aqui.

Ano que se Finda e as Exigências para um Bom Ano Novo

 

Mais um ano se finda, mais ano se aproxima, o relógio completa mais um ciclo; noite se avizinha, mais um alvorecer se aproxima. Não há espaços para clichês que nunca se cumprem. Não há espaço para desejos de paz e de felicidade se há raiva e rancor. Que este ano que finda não finde no ontológico baile de máscaras, não finde nas brancas e polidas faces mascaradas da hipocrisia, que ocultam aos olhos ignorantes a terrível face negra e pútrida do ódio e da apatia.

…Para ler mais, clique aqui.

Verdadeiro Natal

 

Eis o dia que mudou toda a história humana, o nascimento de Jesus Cristo. Podemos não saber a data precisa de seu nascimento, mas comemoramos o Natal. Muitos o comemoram meramente como um momento de confraternização familiar, com trocas de presentes, e, por vezes, parecem não saber o significado deste dia. Há outros que, em seu radicalismo, rechaçam esta data como indigna e pagã, considerando-se os mais puros e santos, e condenando aqueles que a comemoram. Tolice!

…Para ler mais, clique aqui.

Negro Coração

 

Dizem os modernos românticos “siga o seu coração” ou “confie no que seu coração diz”. Ó, que engano! Seguir o coração é qual seguir, na escuridão, um cego, por um caminho que beira um precipício. É uma caminhada tortuosa no caminho que se chama miséria, no caminho que se chama morte. Seguir o coração é viver o mais imoral hedonismo.

…Para ler mais, clique aqui.

(In)tolerância e Relativismo

 

Tenho, ultimamente, ouvido muito falar, na engenharia, no conceito de tolerância, que, nesta, de forma simplificada, é uma margem de erro aceitável, não muito diferente da significação nas relações sociais, nas quais tolerar deveria significar suportar o erro. No entanto, este conceito parece ter sucumbido ao relativismo de nossos dias, onde nenhuma verdade deve ser defensável a não ser a autodestrutiva e, visivelmente, paradoxal ideia de não haver nenhuma verdade absoluta, tornando-se um silenciar concordante ante ao erro.

…Para ler mais, clique aqui.

Verdadeira Páscoa

 

Alvora novo dia, a esperança ressurge,

O Santo fora moído propiciando perversos homens,

Indignos de qualquer misericórdia, dignos não d’outra coisa

Senão da divina ira – o inferno.

O Deus Pai, Santíssimo, declara-nos santos, …Para ler mais, clique aqui.

A Romântica e Altiva Humanidade Contemporânea

 

 

Algumas pessoas me perguntam, em certas ocasiões, porquê escrevo tão criticamente quanto à condição da humanidade, porquê não escrevo sobre coisas mais belas. Confesso que não entendo muito esses questionamentos, um simples “porque é a verdade” me bastaria como resposta. Se, por vezes, sou listado dentre os homens pessimistas, recebo tal listagem com agrado, pois sim, falo a verdade. Ademais, não é compreensivo dizer que expor a total depravação em que se encontra a humanidade, contrastando-a com as perfeições e belezas do Santo Deus e de sua infinita graça e misericórdia, reveladas em Cristo, seja taxada como pessimista ou de pouca beleza. Isso é absurdo!

Para ler mais, clique aqui.

Às Mulheres II

 

Busco palavras que tragam alguma beleza, busco na beleza das coisas palavras, busco palavras que façam jus a outras palavras, palavras que se personificam, e, uma destas: mulher. Escrevo hoje a um público bem restrito, mais restrito, quiçá, que a significação comum da palavra. Escrevo a mulheres que não têm sua beleza apenas na aparência, mas sua beleza está em serem como espelhos, está em espelharem o caráter de Cristo. Escrevo, também, às mulheres, de forma mais geral.

Para ler mais, clique aqui.

Lampejos de Beleza e a Vívida e Real Beleza

 

“É sempre o mesmo refrão
O mesmo tema, é tudo o que sei
Canto a beleza do rei”
(Stênio Március, “A Beleza do Rei”)

 

A Bíblia nos diz que os céus proclamam a glória de Deus e que os atributos invisíveis de Deus são reconhecidos através da criação (Sl 19:1; Rm 1:20), então, podemos, através da criação, reconhecer que há um Deus que é santo, justo, gracioso e belo que criou todas estas coisas que admiramos, e ainda, que Ele deve ser infinitamente mais belo e precioso que estas coisas. Admirar a beleza da criação de maneira correta é, então, tal como ver lampejos da beleza de seu Autor. É isto que me fascina na natureza.

Para ler mais, clique aqui.

Uma Sincera Doxologia

Parque Estadual Pedra da Boca (PB). Fotografia de minha autoria.

Parque Estadual Pedra da Boca (PB). Fotografia de minha autoria.

 

“Os teus olhos viram a minha substância ainda informe,
e no teu livro foram escritos os dias, sim, todos os dias que foram
ordenados para mim, quando ainda não havia nem um deles.”
(Salmos 139:16)

 

Que seriam as palavras, despojadas do mais sincero sentimento que as produzem? Que são os versos ou linhas se forem gélidos, sem poesia? Que é poesia? Que são os sentimentos, se não houver verdade? – São apenas formas disformes, arte sem beleza. Que é a vida, despojada de poesia, de beleza, de sentimentos sinceros? Que é a vida, se não houver júbilo e louvor? Seria ela realmente vida? – Certamente não.

Para ler mais, clique aqui.