Uma Sincera Doxologia II

“Aleluia! Louve, ó minha alma ao Senhor. Louvarei ao Senhor por toda a minha vida; cantarei louvores ao meu Deus enquanto eu viver.”

(Salmos 146:1, 2)

Louvo ao Santo e Soberano Deus, que sustenta minha alma com vida (Salmos 66:9), por mais um ano que aprouve a Ele que eu completasse quarta-feira, 13 de Janeiro que passou. Lembro-me, em meus aniversários, das palavras do Rei Davi, no Salmo 139 (vs. 13-16), e me junto a Ele em Louvor ao Altíssimo:

“Tu criaste o íntimo do meu ser e me teceste no ventre de minha mãe. Eu te louvo porque me fizeste de modo especial e admirável. Tuas obras são maravilhosas! Disso tenho plena certeza. Meus ossos não estavam escondidos de ti quando em secreto fui formado e entretecido como nas profundezas da terra. Os teus olhos viram o meu embrião; todos os dias determinados para mim foram escritos no teu livro antes de qualquer deles existir.”.

Louvo-O por Sua Soberania, quão admirável é a segurança que estas palavras do salmista trazem; louvo a Deus, também, pela sua onisciência e onipresença, declaradas neste Salmo; nada Lhe está oculto, não há fuga de Sua presença. Passando eu por momentos difíceis ou tranquilos, por tristezas ou alegrias, está Ele comigo. Aleluia! Ele é “a minha rocha e a minha fortaleza” (Salmos 31:3).

Louvo ao Deus gracioso e amoroso, por todas as demonstrações de seu infinito amor a um miserável pecador como eu; louvo-O por este amor, manifesto através da minha amada família, através de mainha (neste “nordestinês” de sempre), Virginia, painho, Tarciso, e minha irmãzinha, Melina. Agradeço a Deus pela vida de vocês, pelo seu amor, pelo carinho, paciência para comigo, conselhos dados, etc.. Agradeço a Deus por cada familiar que Ele, antes mesmo de eu nascer, escolheu para cuidar de mim, me influenciar, serem instrumentos para manifestação de Seu amor. E, ainda, agradeço pela vida de Seu servo, com o qual presenteou a minha amada irmã, Augusto – que se tornará oficialmente meu cunhado – pelos muitos auxílios, pelo exemplo de mansidão e caráter cristão e, especialmente, por ter me tranquilizado e sido demonstração do cuidado de Deus para comigo durante uma situação difícil que passei.

Igualmente, louvo a Deus pelos amigos e irmãos em Cristo, que Ele me concedeu. Embora ache eu ter poucos, alegro-me com a comunhão com eles. Sou grato a Deus pela sinceridade destes verdadeiros amigos, pelas suas orações por mim, pelas conversas que mantenho com eles. Alegrou-me cada mensagem que escreveram em meu aniversário – felicitações, expressões de gratidão, incentivos. Alegra-me ver neles o caráter de Cristo e, junto a eles, crescer no conhecimento de Cristo.

Louvo, também, ao Justo e Amoroso Deus por sua maravilhosa graça. Seu amor por pecadores miseráveis, como eu, merecedores unicamente de Sua ira, fê-Lo providenciar nossa salvação; dando-nos como um presente de amor ao Seu Filho, O enviou ao mundo, para satisfazer Sua justiça; o próprio Deus fez-se homem, e ofereceu a Si mesmo como sacrifício pelos meus pecados, comprou-me por Seu precioso sangue, imputando a mim Sua justiça, declarou-me santo pelos méritos de Cristo, pela obra de Seu Santo Espírito, regenerou-me e gerou fé em mim para responder ao Seu chamado. Ó, com o antigo compositor de hinos Isaac Watts, devo eu cantar: “Foi pelos crimes que pratiquei, / Que ele gemeu no madeiro? / Piedade admirável! Graça desconhecida! / Amor sem medida!” e, como ele, ofertar minha vida inteira a Deus:

“Se todo o reino da natureza fosse meu,

Seria mui pequena oferta dá-lo a Deus;

Oh! Que amor maravilhoso, que amor tão divinal!

Desejo dar minha alma, minha vida, meu ser total!”.

Sim, que nos dias que o Senhor determinou para mim, possa eu entregar-Lhe “minha alma, minha vida, meu ser total”. Como disse outras vezes, que eu possa viver Coram Deo (perante a face de Deus) somente para Sua glória. Que eu seja como a árvore que o salmista descreve no Salmo 1, uma “árvore plantada à beira de águas correntes: Dá fruto no tempo certo e suas folhas não murcham.” (v. 3), cuja fonte das águas é o próprio Cristo, e seu fruto é o fruto do Espírito (Gálatas 5:22). Que Deus me conceda a graça de viver sempre em Sua presença, onde há plenitude de alegria (Salmos 16:11), e deleitar-me com unicamente n’Ele, pois somente n’Ele está a fonte da vida (Salmos 36: 8, 9). Que, por fim, minha vida seja uma doxologia, ou seja, que minhas atitudes, pensamentos e palavras sejam para a glória de Deus e em louvor à Sua Glória.

 

Soli Deo Gloria!

 

Tarciso Rodrigues Martins.

“Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém.”

(Romanos 11:36)

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s